Estreia da série “Médicos” no GNT

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Nesta quarta (12/03), às 20h30, estreia ‘Médicos‘,  reality que retrata a rotina de seis jovens médicos, seus desafios, seus dilemas e as emoções ao salvar vidas. O dia a dia desses profissionais do Hospital Israelita Albert Einstein, referência na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças na área da cardiologia, oncologia, ortopedia, neurologia e cirurgia.

A série retrata as paixões e dificuldades de quem lida com o que temos de maior valor: a vida.
Profissionais que encaram uma rotina cheia de dilemas e situações em que muitas vezes não há certo e errado e sim escolhas. Como encarar o limite da medicina? Como cada corpo responde de uma maneira diferente ao mesmo tratamento? Numa situação limite existe espaço para dúvidas e questionamentos?

No episódio de estreia, um dos dramas acompanhados pela Dra. Juliana Follone é a história de Bryan, um menino portador de ‘óleo de lorenzo’. A doença, que ficou conhecida por esse nome graças a um filme sobre ela, é rara e costuma ser transmitida da mãe para o filho homem.

Assista um trecho do episódio de estreia aqui

Conheça a equipe médica

Dr. Antônio Sérgio
Tem 32 anos e trabalha no pronto-atendimento do Hospital, atende emergências. Nas horas vagas é um excelente pianista. Tem um filho recém-nascido, com quem tenta encontrar entre um plantão e outro.

“Na emergência, o médico tem que identificar o problema, achar diagnóstico e fazer diferença na situação do paciente. Sou um médico sofredor, pois me envolvo muito com os pacientes.”

Dra. Juliana Follone
Tem 37 anos e trabalha na área de transplante de medula em crianças. Juliana não tem filhos. “Por enquanto”, avisa. Recentemente, tentou criar um cachorrinho, mas com a falta de tempo, o cachorrinho foi pra casa da mãe.

“Ser médica não é doação, nem sacerdócio, é opção” “80% das crianças com leucemia têm cura. Eu trabalho com os 20%”.

Dr. Felipe Toledo
Tem 33 anos. Passa seus inúmeros plantões em quartos brancos, fechados e controlados, lidando diretamente com pacientes terminais. Já fez parte do Médicos sem Fronteiras, na África. É também conhecido como o galã do hospital. Maratonista, todos os anos participa da São Silvestre. Sempre corre para encontrar suas duas filhas.

“Gosto da UTI porque é vida e morte, as coisas são muito dinâmicas, as condutas têm que ser muito assertivas, precoces, você tem que lidar com o drama tanto do sucesso, quanto do insucesso. Muitas vezes a morte é uma etapa da vida e não necessariamente um insucesso.”

Dr. Luis Gustavo Guedes
Tem 31 anos e é o responsável pela colocação do órgão que será enxertado. Trabalha com o preciosismo da fisiologia. Adora conversar com os pacientes e é muito querido entre todos. Luis realiza cirurgias ao ao som de rock! No playlist de transplante tem Beatles, Stones, Led Zeppelin.

“Essa rotina é assim. Não consegui ir a festa dos 35 anos de casado dos meus pais. Me senti péssimo. Deixei de ir a vários casamentos dos meus amigos. Você sente esse lado social. Mas compensa com os pacientes aqui, os familiares com uma luz de esperança quando te veem. Com isso você sai renovado, isso é o nosso combustível.”

Dra. Nadia Guimarães
Tem 37 anos, é Nefrologista e realiza diálises. Convive de perto com todos os pacientes e desenvolveu uma forma de não sofrer com as tantas histórias tristes que presencia diariamente. Desenvolveu uma visão pragmática da medicina e não deixa transparecer suas reações, seus medos e inseguranças.Executa suas funções com destreza, mas procura não se envolver.

“A vida dos pacientes do setor de diálise é muito complicada, vir pra cá é uma adaptação. A rotina imposta é muito ruim. Pior do que vir ainda é a restrição alimentar. A vida social deles é muita restrita, eles não podem comer numa festa. Não podem beber muito liquido, se não sentem falta de ar, não podem comer verdura e fruta se não for cozida. São muitos “não pode”

Dra. Beatriz Azevedo
Tem 30 anos, é cirurgiã geral, com especialização em gastrocirurgia. Beatriz é a mais jovem médica e única mulher em uma área tradicionalmente masculina. É um feito para sua pouca idade, realizar cirurgias tão complicadas. Está noiva, e entre uma cirurgia e outra tenta organizar sua festa de casamento.

“Medicina não é doação, não é sacerdócio. Medicina é profissão.”

Fonte: gnt
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